Igreja Adventista do Sétimo Dia de Americanópolis

Hacksaw Ridge: a história de Desmond T. Doss

Ele era o primeiro socorrista da companhia quando o seu batalhão conquistou uma elevação pedregosa a 120m de altura. Quando as tropas atingiram o topo, foram recebidas por uma grande concentração de artilharia, morteiros e metralhadoras, deixando aproximadamente 75 feridos e forçando os demais a recuar.

O cabo Doss recusou-se a procurar abrigo e permaneceu na área sob fogo cerrado onde estavam os feridos, carregando todas as 75 vítimas, uma por uma, até a beirada da escarpa, e baixando-as através do penhasco em uma maca amarrada em uma corda, entregando-as a mãos amigas.

Em 2 de maio, ele expôs-se ao fogo pesado de rifles e morteiros para resgatar um homem ferido 180m à frente das linhas de defesa naquela mesma elevação.

Dois dias depois ele tratou de 4 homens que haviam sido mutilados ao atacar uma caverna fortemente protegida, avançando através de uma chuva de granadas, por 7 metros dentro das forças inimigas na entrada da caverna, onde ele fez curativos nas feridas dos companheiros antes de fazer mais 4 incursões sob fogo até tirá-los de lá em segurança.

Em 5 de maio, ele sem hesitar enfrentou bombardeio inimigo e fogo de armas leves para ajudar um oficial da artilharia. Ele aplicou bandagens, transportou seu paciente para um local que oferecia proteção contra os tiros e, enquanto projéteis de artilharia e morteiros caíam ao redor, administrou cuidadosamente plasma sanguíneo ao ferido.

Mais tarde naquele dia, quando um americano foi gravemente ferido pelos tiros vindos de uma caverna, o cabo Doss o seguiu até onde ele tinha caído, a 8 metros dos inimigos, fez os primeiros socorros e o carregou por 91 metros até um local seguro, enquanto se expunha continuamente ao fogo inimigo.

Em 21 de maio, em um ataque noturno num terreno alto perto de Shuri, ele permaneceu em território exposto enquanto o resto de sua companhia se protegia, bravamente correndo o risco de ser confundido com um soldado japonês infiltrado. Prestou auxílio aos feridos, até que ele mesmo foi gravemente ferido nas pernas por causa da explosão de uma granada. Ao invés de chamar um outro médico entre os que já tinham se protegido, ele cuidou de seus próprios ferimentos e esperou 5 horas até que os maqueiros chegaram e começaram a carregá-lo para um abrigo. O trio foi atingido por um ataque de um tanque inimigo, e o cabo Doss, vendo um homem mais gravemente ferido nas proximidades, se arrastou para fora da maca, e instruiu os auxiliares a dar atenção em primeiro lugar para o outro homem. Aguardando o retorno dos maqueiros, ele foi
novamente atingido por uma bala de um atirador. Enquanto era carregado para fora do campo por um companheiro, sofreu uma fratura exposta em um braço. Com uma força inexplicável, ele amarrou uma coronha de rifle ao seu braço quebrado para servir de tala e, em seguida, arrastou-se por 270 metros em terreno acidentado até o posto de socorro.

Por sua bravura excepcional e determinação inabalável em face de condições desesperadamente perigosas, o cabo Doss salvou a vida de muitos soldados. Em toda a 77ª Divisão de Infantaria, seu nome tornou-se um símbolo de bravura extraordinária, muito acima e além do chamado do dever.

Fonte: http://www.history.army.mil/html/moh/wwII-a-f.html#DOSS

Trailer do filme (2016):

Ana Paula Nunedes, Gleice Rosas curtimos este post

Um pouco da Palavra

“Nenhum mal te sucederá, nem praga alguma chegará à tua tenda.”
(Salmo 91:10)